O ateliê que desenha do zero.
Aqui dentro não tem parede de desenho pronto. Tem mesa de desenho, lápis azul, máquina, agulha manual e uma regra que nunca muda: nada entra na sua pele sem ser seu.
O Fuligem nasceu em 2014, numa mesa de cozinha, com uma máquina emprestada e uma intuição: tatuagem boa não se escolhe na parede — se desenha na história de quem vai carregar.
O nome vem do negro de fumo, a fuligem da lamparina que sempre foi usada para fazer tinta. A mesma ideia guia o ateliê: técnica simples, matéria honesta e mão que conhece o traço.
Doze anos depois, a mesa continua a mesma — só que hoje ela atende três artistas, uma fila de desenho que vale a pena esperar e centenas de peças que saíram daqui únicas. Nenhuma repetida.
Uma mesa, uma máquina
Primeira peça autoral nasce na mesa da cozinha.
Ateliê na Vila Madalena
O Fuligem ganha casa própria, paredes de tijolo e uma mesa maior.
Fechamentos viram assinatura
Nasce a especialidade de transformar peças arrependidas em obras novas.
O handpoke chega à mesa
A técnica ponto a ponto entra para o repertório, sem máquina, sem pressa.
400 peças únicas
Quatrocentos desenhos que não existem em mais ninguém. E a mesa segue firme.
Três princípios, numa frase só.
Uma mesa
Desenho e aplicação acontecem no mesmo lugar, pela mesma mão, sem terceirizar o traço. Quem desenha é quem tatuia.
Um desenho
Cada peça é única e registrada. Sem flash repetido, sem referência copiada, sem pegar pronto da internet.
Uma conversa
Você é parte do processo do começo ao fim. Aprova, ajusta e decide. A tinta só entra quando você reconhece a peça como sua.
Primeira tatuagem ou quinta camada.
- 01Quem nunca tatuou — e quer que a primeira seja exatamente do jeito que sonhou.
- 02Quem já tatuou demais em catálogo — e agora quer um traço que tenha a ver com a própria história.
- 03Quem carrega uma tatuagem arrependida — e quer reescrever aquela parte da pele.
- 04Quem busca delicadeza — peças leves, finas, feitas ponto a ponto sem máquina.